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Um Refúgio para a Vida


Tal como adiantei um pouco no post anterior, o mês de julho foi marcado essencialmente por um projeto em que estive envolvida no trabalho. Fiz parte de uma atividade que durou duas semanas e onde estiveram várias pessoas da empresa. Todos os dias eram uma surpresa, nunca sabíamos bem com o que nos iria esperar. Conheci vários colegas, aprendi imensas temáticas e técnicas, visitei um novo escritório e, especialmente, superei-me. Este projeto, para além de desenvolver o pensamento critico e ajudar-nos a superar o pavor que para muitos é falar em público, promovia em grande o espirito de equipa. Formámos três grupos de trabalho e na primeira semana estivemos todos os dias presencialmente num escritório da empresa que nunca tinha conhecido. No primeiro dia fomos jantar ao Restaurante Rubro para nos ajudar a conhecer e criar alguma afinidade. Durante os restantes dias os almoços e coffe breaks eram dentro da empresa.



Na segunda semana, estivemos dois dias remotamente e os restantes três dias fomos todos para um hotel em Sesimbra. A intensão era realizar uma pequena apresentação em inglês no final desta segunda semana a um júri. Pois bem, o meu maior desafio, para além da questão do inglês, foi sem dúvida o facto de estar longe de casa juntamente com pessoas que tinha conhecido à uma semana atrás. E nem sabem o quanto orgulhosa e grata estou de o ter feito! Posso garantir-vos que à uns tempos atrás seria incapaz de aceitar um desafio destes, mas enchi-me de coragem, deixei de pensar e saí totalmente da minha zona de conforto. 


Esta foi a vista do meu quarto durante três dias (que coisa chata não é? - risos). Algo que me estava a preocupar um bocadinho era o facto de ouvir rumores que os quartos iriam ser duplos, mas felizmente fiquei com uma rapariga que me estava a dar bastante bem.



Ainda deu para irmos uma vez à praia e à piscina.

  

No dia da pitch tivemos uma palestra sobre mindfulness e, no dia seguinte, fomos fazer uma sessão prática logo de manhã à praia (fiquei mesmo curiosa sobre esta temática, até já ando a espreitar alguns livros. Aceito sugestões!).



Havia uma sala só para nós e durante o dia tínhamos momentos de coffe break proporcionados pelo hotel.



O pequeno almoço, almoço e jantar eram também no hotel (deixo-vos com alguns pratos destes dias).


  


Os dias eram intensos, não vou negar. Os três dias que aqui estive foram os mais cansativos. Houve alguns problemas dentro da minha equipa, poucas horas de sono e algum nervosismo pelo desconhecido. Lembro-me de chegar a casa, depois destes três dias, e sentir que tinham passado umas duas semanas.


No dia da pitch estava mais tranquila do que aquilo que imaginava poder estar. Passou rápido e superámos o desafio.


Para celebrar, fomos jantar fora a um restaurante ao lado do hotel.

  


Ainda demos uma caminhada pela praia e uns passinhos de dança.

  



Já de regresso, houve ainda uma formação dentro da minha (verdadeira) equipa de trabalho e aproveitei para jantar com duas colegas e namorados. Fomos à Hamburgueria do Bairro em Cascais.


Fui ao Ikea com a minha mãe e o D' e provámos as famosas almondegas deles.


Provámos uns hambúrgueres maravilhosos na Burguer VIP.


E o D' também fez uma viagem pelo trabalho. Como começou a trabalhar numa nova empresa, foi conhecer a sede em Madrid durante quatro dias. No regresso fomos jantar a um buffet de Chinês.


Ao fazer este post parece que o mês de julho foi marcado por comida, mas juro que não ahah. Foi realmente um mês intenso e pouco fiz para vos mostrar. Restaram apenas registos de almoços e jantares.
Para terminar esta rodada de comida, deixo-vos as unhas escolhidas para este novo mês! Bem coloridas para agosto entrar sem medos (na verdade foi só uma motivação extra para quem não vai ter férias ahah).


Com isto tudo não vos contei o ponto mais importante do mês de julho... Mas em breve vou partilhar por aqui! Palpites? 😊

Desejo-vos a continuação de um ótimo mês e de boas férias se for o caso!
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Depois de recarregar as energias na viagem até Madrid, surgiu uma nova etapa na minha vida: Entrei no mestrado (mais um risco para a wish list). Na verdade, entrei em dois dos três que me candidatei e a escolha em qual ficar ainda me causou alguns cabelos brancos. 
Acabei por ficar na mesma faculdade em que fiz a licenciatura, mas desta vez na área de Recursos Humanos.
Embora a faculdade fosse a mesma e me cruzasse nos corredores com muitas caras conhecidas, estava tudo diferente. Não me enquadro na minha nova turma. Há muitas boas pessoas lá, com histórias que adoro ouvir, principalmente dos mais velhos, mas sinto que a malta da minha geração nada têm haver comigo. Tenho saudades do meu grupinho da licenciatura, das brincadeiras, do apoio, das conversas. Aqui já não há nada disso. Tenho um segundo sentido que me diz as pessoas que posso e não confiar. Sinto isso com grande facilidade e, quando acontece, não dou espaço para grandes relações. Apenas permito o essencial para que tudo flua normalmente. Não quero conflitos, mas já vi que aqui há grandes oportunidades para isso (os típicos triângulos amorosos, as amizades por conveniência e as "pop star"). Nunca tive muita paciência para isso, não será agora. O meu objetivo será sempre concluir o mestrado e aproveitar o melhor possível esta experiência, por mais deslocada que me possa sentir.
Quanto aos professores, são incríveis. Uns mais atenciosos que outros, mas a maior parte dá um grande apoio. Nada comparado com a maioria dos professores da licenciatura.
Quanto à praxe, este que iria ser o meu último ano enquanto entidade praxante, foi uma desilusão. Depois de decidirem a pessoa que iria ficar como Representante de Curso, decidi que ficava por aqui. As saudades são grandes, mas saí de cabeça erguida, fiz o que melhor consegui e só tenho pena do que será daqui para a frente.
O primeiro semestre passou a correr, consegui fazer as cadeiras todas e até melhor do que esperava.
Já o segundo semestre está uma incógnita como tudo o resto. A faculdade não tem implementado grandes medidas para acompanhar a situação que estamos a viver, apenas colocam alguns materiais na plataforma e fazem sessões, no horário em que seriam as aulas, através do Zoom para esclarecimento de dúvidas. Por outras palavras, não tenho aulas, apenas dão atividades para irmos fazendo e artigos enormes para ler (muitos até em inglês) e nós temos de entender a matéria sozinhos e depois esclarecer as dúvidas nas sessões. A complicação começa exatamente aqui, há cadeiras em que esta forma de ensino é impensável. No meu caso em específico, há uma cadeira de SPSS (um programa de estatística) que é impossível aprendermos sozinhos através dos slides que o professor deu. A minha sorte foi ter tido esta cadeira na licenciatura e outro professor com slides muito melhores, acabo por recorrer a esses apontamentos sempre que preciso. Mas e quem não tem essa sorte? Ou pior, quem nunca viu o programa à frente?
Acho que também muitos professores não se querem dar ao devido trabalho. Ou vão dizer que se tivessem de dar uma aula presencial nos iam espetar com um artigo em inglês à frente? Bem, vamos lá ver se isto melhora com a reunião que vão ter depois das férias da Páscoa.
Tenho tentado organizar-me o melhor possível para fazer os trabalhos, atividades e tudo aquilo que vão pedindo. É uma forma de não deixar que a preguiça vença, mas também faz falta parar um bocadinho e aproveitar para cuidarmos de nós mesmos.

E vocês? Como têm continuado as vossas tarefas nesta quarentena?
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Em 2015 escrevi uma carta aqui no blog para, supostamente, ler um ano depois. Como estive ausente vou fazê-lo hoje quase dois anos depois.
Para quem quiser ler a carta podem fazê-lo aqui.

Quando descobri que tinha entrado na faculdade não poda estar mais feliz, lembro-me que estava em casa da minha mãe e quando vi um daqueles típicos posts no facebook das colocações, fui a correr para o meu quarto ligar o computador. O D’ também lá estava e lembro-me tão bem de nessa noite mal conseguir dormir. A minha vida tinha finalmente dado uma reviravolta enorme. O único problema nisto foi ter sido colocada num curso pós-laboral. Mas não é nada que já não se tenha resolvido.
Quando escrevi a carta sabia que não ia entrar na faculdade nesse mesmo ano por causa da querida da matemática, então um dos meus desejos na altura era aproveitar este ano para arranjar o meu primeiro emprego. E consegui. Um ou dois dias antes do meu exame final fui chamada para uma entrevista no Intermarché e fiquei por lá durante os restantes seis meses.
Consegui subir mais um nível no curso de inglês, mas neste momento isso está estagnado. Com a entrada na faculdade não quis abusar e deixei o curso de inglês, falta-me dois níveis e fico com o certificado.
Quanto aos desejos da wish list risquei imensos deles, acho que foi o período em que mais objetivos realizei. Podem vê-la aqui.
Terminei o secundário através do exame de sociologia, foi tão fácil! Lembro-me que no dia em que saía as notas estava a trabalhar e pedi a uma amiga minha para me dizer quanto tive. Levei o telemóvel comigo, coisa que não se podia fazer lá, mas nesse dia teve mesmo de ser. Quando recebi a mensagem dela a dizer que tive 17 valores mal podia acreditar.
A viagem de finalistas acabou por não acontecer, com grande pena minha.
Escolher o curso para a faculdade não foi tarefa fácil devido ao problema repentino que tive com a média do secundário. Mas tudo acontece por uma razão certo? Quero acreditar que estou bem onde estou, até porque não me ando a dar assim tão mal. As cadeiras não se fizeram todas sozinhas certo?
As praxes foram demasiado tranquilas, gostava que tivessem sido mais vividas. Mas as poucas boas que tive vão ficar na minha memória com um carinho especial. Agora é a minha vez de fazer a praxe valer a pena!
As colegas do curso... Oh as colegas... Contam-se pelos dedos!
Eu e o D’ continuamos juntinhos e com a carta na mão, embora o D’ lhe dê o devido valor e eu não. Se foi difícil ter a carta? Horrível, custou-me imenso.
A relação com o meu pai continua péssima e não sei quando terá melhoras. A mãe e o Cherry continuam juntos. A Lucky continua doida e a Nana está enorme. Os avós estão bem, continuam a tomar conta do puto semana sim semana não. E o tio, nem namorada nem juízo!
O cantinho caiu novamente em abandono e não posso prometer que não volte a acontecer. Mas enquanto aqui andar vou tratar bem dele e sei que mais tarde ou mais cedo acabo sempre por regressar.


“Lembra-te que nunca estarás sozinha, haverá sempre alguém que goste de ti e que te acompanhe nos piores momentos. Mais tarde ou mais cedo saberás quem são essas pessoas aliás, já tiveste boas provas disso. Não há tempo para medos enfrenta-os de cabeça erguida!”
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Como não podia deixar de ser, cá estou eu para deixar o balanço de um ano que está prestes a terminar.
Dois mil e dezasseis foi sem dúvida alguma um ano de conquistas e de grandes mudanças.
Terminei o décimo segundo ano, tive o meu primeiro emprego, recebi o meu primeiro ordenado, vivi e cresci imenso em cada dia de trabalho, fui ao dia da defesa nacional, fiz a primeira giveaway no blog, iniciei uma guerra com o meu vizinho de baixo, cheguei aos cem seguidores aqui no cantinho, completei os meus dezanove anos, celebrei o primeiro aninho da minha Lucky, completei quatro anos com o meu amor, recebi de uma cliente um trevo de quatro folhas, a Lucky fez a sua primeira operação, despedi-me, tive um verão em grande com o D', terminei o terceiro nível no curso de inglês, entrei na faculdade, conheci imensas pessoas novas, inscrevi-me na praxe, diverti-me imenso nos preparativos para o dia do apadrinhamento, estive super ausente do blog, afastei-me do meu pai por completo, o D' e a minha avó voltaram a ser operados, completei um ano de carta mas mal peguei num carro para conduzir, fui à terrinha do D' durante um fim de semana, fui desiludida à grande, deixei a ansiedade voltar, voltei a acompanhar uma novela de inicio ao fim, completei dois anos aqui no Refúgio, sorri imenso, também chorei, fiz coisas que não devia, continuei a ser tola, mas apesar de tudo fui muito feliz.
Deste ano levo a bagagem cheia de bons momentos para recordar e também de alguns tristes para esquecer. (também faz parte não é verdade?).

Que em dois mil e dezassete as coisas sejam ainda melhores, que tudo o que desejam se realize.
Saúde, Paz e Amor, são o que mais desejo para mim, para os meus e para vocês!
Que sejam muito felizes, e até para o ano!!!
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E hoje termina mais um ano, um ano que me permitiu terminar imensas etapas da minha vida.
Ao longo destes últimos 365 dias cresci imenso, aprendi a desapegar-me mais das pessoas, comecei a usar óculos para ler, ajudei o D' a adotar um gato, levei a minha primeira anestesia, completei os meus 18 anos, adormeci ao lado do D' pela primeira vez, recebi a minha Nana como prenda de aniversário, tive direito ao meu primeiro galaxy, fiquei em pânico quando o D' voltou a ficar internado, apanhei um susto enorme com o meu avô e comigo também, tive o meu primeiro baile de finalistas, comprei uma máquina fotográfica, recebi a melhor prenda que me podiam dar (a minha Lucky), terminei o segundo nível no curso de inglês, consegui concluir o inglês que tinha pendente desde o décimo primeiro, fui a código e consegui passar à primeira, completei três anos com o meu amor, despedi-me da melhor escola secundária, percebi que havia pessoas que nunca mais ia ver na vida, no verão aventurei-me com a minha mãe e alugamos uma casa em Peniche, após cinco anos voltei a entrar numa piscina, chateie-me com o meu pai à grande, tive das melhores experiências de verão que poderia vir a ter no happy holi, vi o meu primo de quatro anos a entrar no jardim de infância, fiquei desiludida por não terminar o décimo segundo ano, inscrevi-me na escola em que os meus pais se conheceram, matriculei-me em Sociologia para terminar a querida Matemática A, entrei pela primeira vez no Starbucks, assisti ao espetáculo das luzes no Rossio, quase morri de ansiedade mas consegui passar no exame de condução, completei um ano no Refúgio, estreei a carta,  fui à minha primeira entrevista, surpreendi e fui surpreendida, disse coisas que não devia e arrependi-me disso, ouvi coisas que não merecia, ri, chorei, fui desiludida, mas apesar de tudo posso dizer que fui feliz.

Para este novo ano só peço muita Saúde, Paz e Amor para mim e para todos os meus.
O resto, bom ou mau, são acrescentos.
Desejo-vos igualmente um Ano muito bom, que dois mil e dezasseis vos traga tudo aquilo que mais desejam.
Até para o ano!

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Durante a última aula do curso de inglês desta semana, vaio à conversa algo que nunca me tinha passado pela cabeça. A palavra "Saudade" só existe na língua portuguesa e no galego, não a conseguimos traduzir corretamente para outras línguas. No exemplo do inglês, as palavras mais próximas que podemos utilizar é "miss" ou "longing" mas, se traduzirmos à letra ficaria "preciso, sinto falta". 

Diz-se que esta palavra surgiu na época dos Descobrimentos com o objetivo de definir e explicar a solidão que os portugueses sentiam numa terra estranha e a mágoa que sentiam por estar longe das suas famílias.
E, se repararem esta palavra está realmente presente na nossa poesia e nas nossas típicas músicas (o fado e a música popular). 

Pertencemos mesmo a um país cheio de sentimentos!


Participem na giveaway particionada pelo Made With Love. Vejam quais as condições aqui. 
Boa sorte!


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Pois é, o dia vinte e seis de cada mês é sempre preenchido de muitas coisas boas.
Desta vez, para além da minha Nanucha fazer oito meses e de celebrar três anos e quatro meses com o D', o Refúgio faz dez meses! Dez meses em que passei a integrar este mundo fantástico! Só vos tenho a agradecer por todo o carinho que me têm dado, mesmo quando estou ausente. Que orgulho é ter cada um de vocês como vizinhos do Refúgio!
E, para celebrar, decidi criar uma página no Facebook para ele. Já à algum tempo que andava com esta ideia na caveça e agora sim, o Refúgio ainda vai estar mais ativo! Para quem também tiver página, podem segui-lo por lá. Deixem nos comentários as vossas páginas :)

Então mas não eram quatro motivos para a festa? Acham mesmo que estava esquecida? Claro que não! Tal como vos disse, hoje ainda é dia de celebrar mais uma coisa. O meu pai faz anos. O que espero deste dia dele? Nada. Absolutamente nada. E isso parte-me o coração. À três meses que mal nos falamos e, quando tento resolver alguma coisa, só me dá para trás. Talvez ainda o veja hoje, mas só mesmo porque tenho curso, ele costuma trazer-me a casa. Se não fosse por isso, aposto que nem o via. Mas enfim, só espero que seja desta que a idade lhe traga mais juízo...




Participem na giveaway particionada pelo Made With Love. Vejam quais as condições aqui. 
Boa sorte!

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Desde já tenho que deixar aqui o meu pedido de desculpa, não tenho dado notícias desde sexta feira. A verdade é que tive a necessidade de fazer uma pausa na minha vida devido a um imprevisto que tive. E quando digo "pausa" é mesmo pausa, deixei em fila de espera imensas coisas que tinha para fazer. Mas pronto, cá estou eu de novo.
Hoje trago-vos uma novidade, depois da luta enorme que vos falei lá consegui regressar ao curso de inglês, e foi hoje mesmo!
Confesso que me senti a cair de paraquedas, para além de estar duas semanas e meia atrasada, o ambiente está completamente diferente. Desta vez não existe nem uma pessoa da minha idade. São todas mais velhas, tudo entre idades para serem mães e avós! Mas creio que esse não vai ser o meu maior problema. Vejam bem que após a luta que tive uma senhora ainda se virou para mim e disse: "Então? Só vieste agora porquê? Estavas com preguiça?" Enfim! As coisas que eu ainda tenho de ouvir, realmente é caso para dizer: "Quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro." E, para acabar bem o dia, ainda tive de levar com uma bela discussão entre o meu pai. Típico não é?!

Mas como nem tudo é mau, ainda esta semana - se tudo correr bem - trago-vos uma boa novidade! É algo que já vos falei à algum tempo... E mais não digo! (risos) Curiosas?


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E hoje, quando baterem as doze badaladas, termina mais um ano - que parece que começou ainda ontem - o que posso dizer eu sobre ele? Que foi sem dúvida alguma melhor que o anterior mas, naturalmente também teve os seus pontos negativos. Fiz novas amizades, esclareci problemas antigos que tinha com algumas pessoas, surpreendi e fui surpreendida, chorei, diverti-me imenso, cumpri os meus dois maiores objetivo deste ano: recompor-me e aproveitar o verão ao máximo - o verão de 2013 foi o pior de todos, fui-me muito abaixo nesta altura e prometi a mim mesma que ia superar tudo e aproveitar o que perdi - parti numa nova aventura com a minha mãe até à Costa nas férias de verão dela, fiz pela primeira vez unhas de gel, tirei o meu aparelho - meu companheiro de dois anos e quatro meses, confesso que vou ter algumas saudades - tive alta na psicóloga, vi e ouvi coisas que não devia, a minha avó, a minha mãe e o meu namorado foram operados, fiz dois aninhos com o meu amor, comecei a ler, completei os meus 17 anos, o meu tio separou-se pela milésima vez  - mas desta vez legalmente - inscrevi-me para tirar a carta, tirei 18 valores numa ficha de matemática, melhorei a minha atitude na escola, controlei melhor os meus medos e a minha ansiedade, disse coisas que não devia às pessoas que menos mereciam, terminei o primeiro nível no curso de inglês - don't enjoy me please (risos) - descubri coisas que preferia nem saber, fiquei calada quando devia ter dito tudo e mais alguma coisa, inscrevi-me no ginásio durante um mês e criei este espacinho maravilhoso.
Foi um ano recheado e se o próximo não for melhor pelo menos que seja como este, irei recebe-lo de braços abertos. Para este novo ano que está quase a começar desejo muita saúde, paz, amor e sucesso para mim e para todos os meus - incluindo vocês claro - A minha lista de desejos mais pormenorizada está aqui, embora alguns não se possam realizar em dois mil e quinze por razões óbvias que irão perceber ao lerem.
Espero que tenham boas entradas e entrem em dois mil e quinze com o pé direito. Até para o ano minhas queridas leitoras.
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