No meu primeiro dia ia cheia de receio para o que ai vinha, talvez por ser um ambiente totalmente novo e não saber com o que podia esperar dele, mas depressa passou, diga-se de passagem que fui uma caloira muito bem recebida, até saí de lá com uma maquilhagem nova (risos).
A primeira semana na faculdade foi super cansativa, de manhã e à tarde tínhamos praxe e a partir das 18h começavam as aulas, ou seja, chegava lá por volta das 8h e saía por volta das 22h.
Nesta semana, por ser a receção ao caloiro, a praxe tinha de ser feita na faculdade e então as identidades praxantes não podiam abusar (isto é, não nos podiam sujar nem fazer-nos encher, por exemplo).
Desta semana levo os melhores momentos, a pesar de sermos poucos (no meu curso por norma entram muitas poucas pessoas na primeira fase) diverti-me. Todos os dias era uma atividade diferente, mas as que mais se destacaram foram sem duvida um jogo onde os caloiros da faculdade toda se misturavam e o momento em que descobrimos que havia um caloiro infiltrado.
Quando chegou o pessoal da segunda fase, passamos a ser mais que as mães, o que tornou tudo mais divertido e menos monótono.
O que me chateia nisto tudo é olhar para trás e sentir que não aproveitei como devia ter aproveitado, sou uma pessoa muito tímida quando toca a situações novas, o que não facilita em nada para me relacionar com os outros. Mas também em boa verdade ainda vai tudo a meio, ainda tenho muita farinha para levar em cima, até porque o meu tempo de caloira só termina em maio!
Ainda não tive nenhuma praxe suja, faltei à primeira, mas estou tão desejosa de começar a ir.
A praxe serve para nos integrar-mos, não é só a parte má que os meios de comunicação fazem passar.
A praxe pode ser muito divertida e proporcionar momentos muito bons para mais tarde recordar. Tudo depende das pessoas que estão por trás disto. Como em todo o lado, há quem abuse e não tenha capacidade para entender quando estão a ultrapassar os limites, mas o que temos de ter em conta sempre é que ninguém nos pode obrigar a nada. Se não quisermos fazer não fazemos. Além do mais podemos sair da praxe quando bem entendermos.
Há praxes que custam mais que outras é verdade, mas a maioria delas são muito divertidas.
Se por algum motivo estiverem com receio de se inscreverem na praxe, a sério, experimentem. Vão lá, se gostarem muito bem se não podem sair. Ninguém vos vai por de parte, tenho o exemplo disso no meu curso. Nunca digam que não gostam sem experimentar, ao menos têm uma opinião pessoal e formulada.
Ainda não tive nenhuma praxe suja, faltei à primeira, mas estou tão desejosa de começar a ir.
A praxe serve para nos integrar-mos, não é só a parte má que os meios de comunicação fazem passar.
A praxe pode ser muito divertida e proporcionar momentos muito bons para mais tarde recordar. Tudo depende das pessoas que estão por trás disto. Como em todo o lado, há quem abuse e não tenha capacidade para entender quando estão a ultrapassar os limites, mas o que temos de ter em conta sempre é que ninguém nos pode obrigar a nada. Se não quisermos fazer não fazemos. Além do mais podemos sair da praxe quando bem entendermos.
Há praxes que custam mais que outras é verdade, mas a maioria delas são muito divertidas.
Se por algum motivo estiverem com receio de se inscreverem na praxe, a sério, experimentem. Vão lá, se gostarem muito bem se não podem sair. Ninguém vos vai por de parte, tenho o exemplo disso no meu curso. Nunca digam que não gostam sem experimentar, ao menos têm uma opinião pessoal e formulada.
ps: Se tiverem alguma dúvida sobre este grande tema deixem as vossas perguntas, no fim de semana irei fazer um post sobre elas.








